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Mais um texto sobre comida (mas não só)

Há três anos, na hora do almoço, eu seguia sempre o mesmo ritual: me levantava esfomeada da estação de trabalho e caminhava até o centro de convivência da Cidade Administrativa de Belo Horizonte. Lá, escolhia um dos restaurantes self-service e torcia para que a comida tivesse sido preparada minimamente bem, para que a minha pausa para comer fosse, pelo menos, agradável. Após o expediente e a selvageria do trânsito, chegava em casa esgotada e elaborava qualquer coisa rapidamente: uma salada, um sanduíche, um prato de pasta simples ou uma sopa congelada que havia deixado pronta antes. Em dias de chutar o balde, pizza.

Minha rotina alimentar foi assim por muitos anos e meu amor pelas panelas só se manifestava em algum sábado ou domingo em que eu me sentia inspirada. Porém, o modo como eu vivia mudou drasticamente após o dia 1º de janeiro de 2015. Nessa data, em algum ponto do Atlântico, dentro de um avião que seguia para a Europa com um bilhete só de ida, escrevi em um caderno apoiado n…

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